TEXTOS DA WIKIPÉDIA
terça-feira, 7 de abril de 2009
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
pesquiza AIDS
Revista Veja, Edição 1961 . 21 de junho de 2006, Giuliana Bergamo
A aids faz 25 anos em 2006. Sua cura está longe de ser descoberta e o vírus HIV, causador da doença, permanece uma ameaça em todos os continentes. Há, no entanto, uma notícia que propicia certo otimismo: pela primeira vez foi registrada uma queda na velocidade de propagação do HIV. Entre 2001 e 2005, meio milhão de pessoas em todo o mundo deixaram de ser infectadas - o que representa uma queda de mais de 17% no ritmo da epidemia. Até na África, que sempre abrigou os piores cenários da doença, alguns países mostram uma redução na porcentagem de portadores do vírus. Isso só foi possível graças à intensificação dos programas de prevenção e educação dos portadores, aliada à universalização dos tratamentos mais efetivos. A diminuição global da porcentagem de infectados poderia ser maior não fossem países como Índia, China e Rússia, que hoje passam por uma situação semelhante à dos primórdios da epidemia na África. "A aids não é mais um problema da ciência ou da medicina", diz o sanitarista Mario Scheffer, da ONG Pela Vidda. "A epidemia só não está controlada por problemas políticos, econômicos e sociais." Descontado o exagero da afirmação, a verdade é que atualmente estão disponíveis remédios e conhecimento eficazes o bastante para transformar a aids em uma doença crônica e, assim, mantê-la sob controle. A grande dificuldade é levar esse arsenal a todas as pessoas que precisam dele.
O último relatório da Unaids, o programa das Nações Unidas para a aids, destaca as conquistas de países localizados na África Subsaariana, que abriga o pior foco da epidemia. Lá, programas de educação e prevenção resultaram na mudança de comportamento sexual, como a redução do número de parceiros, e no uso mais difundido de preservativos. Em alguns desses países, o uso de camisinhas já chega a 70% da população masculina. Resultado: países como Quênia e Zimbábue conseguiram estabilizar ou diminuir a porcentagem de infectados. "As conquistas são animadoras, mas ainda precisamos combater o preconceito, a discriminação e difundir a prevenção e o tratamento", disse a VEJA Karen Stanecki, consultora da Unaids em Genebra.
O primeiro remédio anti-HIV, o AZT, surgiu em 1986. Na época, o medicamento era usado isoladamente, perdia a eficácia de forma muito rápida e, por isso, os pacientes viviam apenas cerca de um ano com a doença. Só em meados da década passada, com a criação do coquetel anti-HIV, que dispõe de pelo menos três substâncias diferentes para combater o vírus em suas diversas fases, os médicos atingiram a meta de recuperar a capacidade do sistema imunológico e prolongar a vida do paciente por tempo indeterminado. Um bom exemplo do sucesso desse tipo de tratamento é o caso do jogador de basquete americano Magic Johnson. Quando se descobriu que ele era soropositivo, em 1991, muitos pensaram que seria o fim não só da carreira mas da vida do jogador. Cinco anos mais tarde, Johnson começou a tomar o coquetel anti-HIV e até hoje não manifestou a doença. No Brasil, desde 1996, quando os remédios passaram a ser distribuídos gratuitamente a toda a população doente, conseguiu-se reduzir em um terço o número de mortes pela doença. Outro exemplo do sucesso da distribuição desses remédios é Uganda. Lá, onde a epidemia se mantém estável, a quantidade de pessoas infectadas (portadores de HIV e doentes de aids) que recebem os remédios saltou de 6% para 56% em apenas dois anos.
Nos próximos anos, novas substâncias devem chegar ao mercado para incrementar esse arsenal (veja quadro). Apesar dos avanços, a distribuição de medicamentos ainda é insuficiente. Em 2000, a Unaids tinha como meta atender 3 milhões de pessoas em cinco anos. Hoje, apenas 1,3 milhão de pacientes são atendidos. Mesmo assim, para se ter uma idéia do impacto da oferta de remédios anti-HIV sobre as taxas de mortalidade pela doença, basta dizer que, graças a essa distribuição, foi possível salvar 300.000 vidas no ano passado.
Até hoje o HIV já infectou mais de 65 milhões de pessoas e matou 25 milhões delas. Mesmo com estatísticas assustadoras, autoridades de vários países ignoram a ameaça e preferem esconder a doença. Com isso, a aids se espalha em determinadas regiões sem encontrar nenhuma barreira. Na Rússia, o número de novos casos quase quadruplicou desde o ano 2000. Na China, em meados dos anos 90, enquanto praticamente o mundo todo já fazia testes anti-HIV bastante eficazes em bancos de sangue, milhares de pessoas foram infectadas durante coletas ilegais. Em algumas vilas rurais, quase 80% da população se infectou dessa forma. Mesmo assim, só recentemente o governo chinês reconheceu a gravidade da situação - e as ações continuam ineficientes. Para se ter uma idéia de quão rudimentares são elas, as informações oficiais da China contabilizam apenas 650.000 portadores do HIV, quando, de acordo com organizações internacionais, o número de infectados naquele país ultrapassa 1 milhão. É principalmente por causa de condições como essa que a aids não está domada em definitivo.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Nascimento: 14/08/1959, Lansing, Michigan, Estados Unidos
Jogador de Basquete, joga em todas as posições e, por causa dele, a NBA tem que instituir uma nova estatística: o triplo double (num único jogo alcançar mais de 10 pontos, 10 rebotes e 10 assistências); jogador mais valioso da Liga por 3 temporadas, em 1991, após 12 anos, retira-se das quadras, no auge, ao constatar ser HIV-positivo; retorna em 1996 e, mesmo após 4 anos parado, sua técnica continua impecável.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
música feelings
Mais letras com vídeos
Assista o Vídeo dessa música
Morriis Albert - Feelings
Mais letras com vídeos
Assista o Vídeo dessa música
trying to forget my feelings of love.
Teardrops rolling down on my face,
trying to forget my feelings of love.
Feelings, for all my life I'll feel it.
I wish I've never met you, girl; you'll never come again.
Feelings, wo-o-o feelings,
wo-o-o, feel you again in my arms.
Feelings, feelings like I've never lost you
and feelings like I've never have you again in my heart.
Feelings, for all my life I'll feel it.
I wish I've never met you, girl; you'll never come again.
Feelings, feelings like I've never lost you
and feelings like I've never have you again in my life.
Feelings, wo-o-o feelings,
wo-o-o, feelings again in my arms.
Feelings...(repeat & fade)
Envie uma Tradução para esta música